Boa tacada!


Bola dentro do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social do Governo, o jornalista Franklin Martins. Durante debate realizado pelo programa Ver TV, exibido pela TV Câmara e que discutia a implantação da Rede Pública de Televisão, o ministro foi questionado pelo presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), José Inácio Pisani, sobre o “risco” de uma rede pública de televisão vir a fazer proselitismo político para o Governo. Martins não se fez de rogado e respondeu: “Concordo, acho que nenhuma rede de televisão, seja pública ou privada, tem o direito de fazer proselitismo político”. Um tapa bem dado na cara dos patrões da mídia que entendem que só eles podem manobrar a vida nacional e pautar os fatos à maneira que melhor beneficie seus intentos políticos e econômicos. A hipocrisia de Pisani foi bem rebatida.

Comentários

Danusa Maria disse…
Oi, Zeca, parabéns pelos textos! Há tempos não comento por aqui devido à correria da(s) semana(s), mas estou sempre lendo seus posts. Este espaço já se tornou uma parada obrigatória para mim, mesmo que o tempo teime em faltar.

Abraços!
MuriloAlves disse…
Sabe o que eu estou pensando, Zeca? Nas reações de certas pessoas da Editora Abril (sobretudo Revista Veja) e da Rede Globo, quando o presidente Lula anunciou o Franklin Martins para a pasta das Comunicações...
Nada como um dia após o outro.
MuriloAlves disse…
E ontem, 23 de abril, no Roda Viva?
O jornalista Márcio Aith da Revista Veja tentou pegar o Ministro de calças curtas e acabou pelado...
Quando chamado a comentar sobre a polêmica do confronto com o boquirroto Diogo Mainardi, que acusou Franklin de tráfico de influência e outros crimes sem apresentar prova alguma, o Ministro foi enfático: "Márcio, quem vai decidir é a justiça. Estamos em um estado de direito e quando nos sentimos difamados sem a existência de provas é a justiça quem deve decidir. Se a Editora Abril está insatisfeita com a decisão do juiz (favorável a Franklin em primeira instância) deve reclamar com ele (...)"

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