quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Partido Alto Bolinha de Papel - Sambistas com Dilma

Todos eles estão com Dilma

Pig tentará o golpe até sábado

Faltam três dias para o segundo turno. De acordo com as pesquisas divulgadas, o quadro é de estabilidade. A candidata Dilma Rousseff lidera com vantagem entre 11% a 17% dos votos, conforme sondagens de três institutos. Mas a grande imprensa corporativa assume explicitamente a candidatura de José Serra e de tudo fará para elegê-lo, nem que seja lançando mão de calúnias.
Não é nenhuma teoria da conspiração supor que Folha de São Paulo, TV Globo, Veja e Estadão – com o auxílio de outros meios sabujos - estejam preparando, de forma orquestrada, uma ofensiva midiática para desgastar a imagem de Dilma.
Há várias hipóteses que circulam na blogosfera de como esta estratégia poderá se dá. Duas delas merecem atenção.
Na semana passada, a filósofa e professora da USP Marilena Chauí alertou quanto a possibilidade de se forjar um tumulto generalizado amanhã, 29, durante o ato final de campanha de José Serra, que ocorrerá no Centro de São Paulo. Segundo a professora, falsos militantes do PT, vestidos com camisas e portando bandeiras do partido, entrariam em choque violento com militantes tucanos, criando um fato novo a ser aproveitado pela mídia.
O incidente seria martelado 24 horas para construir a idéia de que o PT é um partido violento e uma ameaça à democracia.
Uma outra hipótese, no nosso entender mais pertinente, é a publicação de uma matéria “bombástica” envolvendo Dilma Rousseff à época da sua militância política contra a ditadura militar.
Há rumores que a Folha de São Paulo já está cuidando disso. Explico.
O jornal da famiglia Frias há meses tenta acessar documentos nos arquivos da Justiça Militar sobre a participação de Dilma nas organizações Política Operária (POLOP), Vanguarda Popular Revolucionária e o Comando de Libertação Nacional (COLINA). De forma republicana, a Justiça Militar negou o acesso, mas o jornal entrou com recurso no Superior Tribunal de Federal (STF) para obter as informações.
Na verdade, a FSP já deve estar de posse de documentos públicos situados em arquivos de universidades e do Estado. O que a Folha deseja é o endosso oficial para construir uma matéria que, ouvindo algum militante da época, aponte Dilma como perpetradora de atos violentos contra terceiros. 
Vale frisar que a candidata do PT nunca participou de ação armada, apenas atuou em apóio logístico. Mesmo assim, o jornal ligado à candidatura de Serra buscará, mediante algum falso testemunho, confundir os fatos para induzir os leitores a idéia de que Dilma é violenta e já cometeu atentados contra a vida.
A Folha daria então a senha para que o Jornal Nacional repercutisse com grande alarido amanhã à noite a “notícia” e a Veja fizesse o mesmo na sua edição semanal do sábado.
Detalhe: não daria tempo o desmentido, uma vez que o horário eleitoral se encerra hoje e o debate da Globo só ocorre amanhã. 
A situação criada colocaria Dilma em desvantagem psicológica diante de Serra no debate.
Vejam, estou citando tudo isso no campo da suposição, mas não descarto a possibilidade de que essa estratégia esteja em curso. E a pleno vapor.
No entanto, vamos estar atentos e municiados para um plano de contrapropaganda de emergência. A “vacina” tem que começar agora, com todos espalhando na rede estas hipóteses. É importante que estejamos atentos.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

ALERTA: POSSIBILIDADE DE NOVA ARMAÇÃO TUCANA

”Prevenir é melhor que remediar”
PSDB arma novo “Riocentro”.
Aos emails, orkut, facebooks e twitter! Tudo isso somado é capaz de neutralizar o golpismo da mídia! Lembremos: quase 70 milhões de brasileiros acessam a internet.
via Brasil Mobilizado
Será grande armação esta semana – URGENTE
ATENÇÃO
Sou morador de São Paulo do bairro Santa Cecília, que fica próximo a avenida São João, e hoje ouvi duas pessoas em um bar que fui nesta avenida, falando baixinho sobre a armação que tá sendo criada para o dia 29 de outubro. Segundo estas pessoas um número x de camisas foi mandada ser feita com a insignia do PT, a estrelinha, e muitas pessoas vão estar na passeata que FHC promove neste dia, criando um badernaço sem igual e que terá grande mídia, com estas camisas sempre aparecendo.
Falavam as duas pessoas que toda a grande mídia já sabe deste fato, e que isso quer fazer as pessoas pelo JN dar cobertura, e outras mídias também, de isso fazer o voto mudar, por sentimentalismo das imagens demonstradas, como eles falavam, de total vandalismo no centro de São Paulo, por parte de petistas.Serão apresentadas muitas pessoas ensanguentadas.
Escrevi para o Blog do Altamiro Borges, escrevi também para o Azenha e Rodrigo Viana e quem mais eu estou podendo ver que pode fazer alguma coisa, no sentido de nos reunirmos e fazermos uma vigilia pública em local também público de São Paulo, por que o PSDB vai querer colocar fogo nas eleições,  desacreditando a Dilma.
E preciso que alguém me ajude nisso.
Temos que colocar um local no centro de São Paulo, permanentemente visivel para todos, para que possamos fazer o que precisa ser feito, nesta reta final de eleições.Comunicação de tudo que tá acontecendo.
Não podemos dar bobeira alguma.
Eu ouvi estas pessoas conversando e fiquei bastante preocupado, por causa de como elas tratavam disso, e pareciam saber demais para não ser verdade o que falavam.
Precisamos cobrar da mídia que se encontra a nosso lado, e também da direção do PT, um movimento extra ser criado esta semana, envolvendo a escolha de um local público no centro de São Paulo, para podermos desmanchar a onda golpista presente no ar.
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domingo, 24 de outubro de 2010

'Fora do Eixo' lança vídeo-manifesto de apoio à Dilma

O Circuito Fora do Eixo, uma rede colaborativa de coletivos de cultura distribuídos pelo Brasil, lanço um vídeo-manifesto em defesa de Dilma presidenta. Usando o mote "cultura é política, política é cultura", os ativistas explicam por que defendem a continuidade do Governo Lula.


A gravação foi feita durante o III Congresso do coletivo, realizado de 10 a 16 de Outubro em Uberlândia/MG. A manifestação de apoio reflete os avanços da cultura nos últimos anos, com a retomada os investimentos na área de cultura e reafirmação do papel do Estado como incentivador e regulador do setor.


Quando Lula assumiu, em 2003, o orçamento para promover a cultura era de apenas R$ 540 milhões. Este ano o montante é de R$ 2,2 bilhões.

Em entrevista coletiva, Dilma repudia acusações sem provas na imprensa

Serra, FHC e as maracutaias nas privatizações. Por isso que a Veja e a Globo se desesperam. Vejam esta matéria da Record

Serra foi um dos artífices da privatização no governo de Fernando Henrique Cardoso quando era ministro do Planejamento. Foi Serra que comandou a venda de muitas estatais brasileiras, entregando-as ao capital internacional a preços de banana. Foi Serra também que montou um esquema de espionagem para atacar seu companheiro de partido, o governador de Minas, Aécio Neves, que disputava com ele a indicação do PSDB a candidatura à Presidência. Aécio, para se defender, mandou contratar o jornalista Amauri Ribeiro Jr. para investigar as armações de Serra. Vale lembrar que Serra já havia plantado notas e artigos na imprensa paulista desconstruindo a imagem de Aécio. Amauri também já vinha investigando a privataria no governo FHC e toda a lama que o esquema de vendas das estatais montou, inclusive envolvendo a filha de Serra, Verônica, que atuou como sócia da irmã do banqueiro Daniel Dantas numa empresa em Miami, nos EUA, e se beneficiou da privataria. A matéria abaixo resume bem estas situações e explica porque a revista Veja tenta desesperadamente inverter os fatos, como na edição publicada ontem. Explica também porque a nefasta Rede Globo tem buscado empanar os fatos camuflando os atos de Serra na época do governo de Fernando Henrique Cardoso, o presidente lesa-pátria, o maior vendilhão da história do país e guru de Serra. Vejam a matéria abaixo:

 

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O caso do dossiê Amaury - Entenda

Via Luis Nassif


Para entender melhor o inquérito da Polícia Federal sobre a quebra do sigilo fiscal dos tucanos.

As investigações foram encerradas na semana passada, inclusive com a tomada de depoimento do repórter Amaury Jr por mais de dez horas.

A conclusão final do inquérito foi a de que Amaury trabalhou o dossiê a serviço do Estado de Minas e do governador Aécio Neves – como uma forma de se defender de esperados ataques de José Serra.

Em negociação com o Palácio, a cúpula da Polícia Federal decidiu segurar as conclusões para após as eleições, para não dar margem a nenhuma interpretação de que o inquérito pudesse ter influência política.

No entanto, a advogada de Eduardo Jorge – que tem acesso às peças do inquérito por conta de uma liminar na Justiça – conseguiu as informações. Conferindo seu conteúdo explosivo, aparentemente pretendeu montar um antídoto. Vazou as informações para a Folha, dando ênfase ao acessório – a aproximação posterior de Amaury com a pré-campanha de Dilma – para diluir o essencial – o fato de que o dossiê foi fogo amigo no PSDB.

Filha de Chico Mendes, que votou em Marina, declara apoio a Dilma

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Fala Margareth Menezes!

Globo e FHC vendem o Brasil em Foz do Iguaçu


Diário Liberdade - [Laerte Braga] O Hotel das Cataratas em Foz do Iguaçu está abrigando um dos mais sórdidos negócios de toda a história recente do Brasil.Fernando Henrique Cardoso e cento e cinquenta empresários estrangeiros estão acertando os ponteiros para a venda do País caso José “FHC” Serra seja eleito presidente da República.
O encontro é patrocinado pela Globo através de Raphael Eckmamm, da Globosat, e está cercado de toda a segurança possível para evitar vazamentos. Em troca da venda da Petrobras, do Banco do Brasil e de Itaipu, o ex-presidente está pedindo um volume maior de contribuição dos empresários, pressão sobre seus parceiros brasileiros e garantindo que a mídia privada deve provocar falsos escândalos contra Dilma e Lula até o dia das eleições para intimidar e coagir o eleitorado brasileiro.
O encontro é desdobramento da ação do governo dos EUA temeroso que a eleição de Dilma Rousseff mantenha a política externa independente do governo Lula e as opções feitas pelo Brasil nos últimos oito anos, em desacordo com as políticas de dominação que os EUA impõem a países latino-americanos como a Colômbia.
A forma de vender é simples. FHC negocia por baixo dos panos, longe dos olhos da mídia privada e José “FHC” Serra tenta passar a imagem de político sério, preocupado com os destinos do País num discurso recheado de denúncias vazias e inconsequentes.
Em
é possível encontrar o nível de intervenção norte-americana no processo eleitoral brasileiro em cumplicidade com a mídia privada. O principal agente norte-americano no Brasil é o próprio ex-presidente Fernando Henrique.
Falando a diplomatas e agentes de inteligência na Embaixada dos EUA no Brasil, em março de 2010, a secretária de Estado Hillary Clinton enfatizou:
“Na administração Obama estamos tentando aprofundar e alargar as nossas relações com um certo número de países estratégicos e o Brasil está no topo da lista. Este é um país que realmente importa”.
Hillary Clinton quer o Brasil de mãos dadas com Washington para evitar uma possível integração de países latino-americanos sem a dependência costumeira em relação aos EUA, bem como o crescimento da economia chinesa.
O governo de Obama designou o ex-chefe do Departamento de Estado de Assuntos do Hemisfério Ocidental, Thomas A. Shannon, como embaixador no Brasil com a missão de tentar domar Lula e sua política independente, assegurar o controle dos grandes empresários brasileiros (principalmente os ligados ao esquema da FIESP).
Às vésperas das eleições o embaixador tentou de todas as formas convencer o presidente Lula a alinhar o Brasil com os EUA e ofereceu vantagens como colaboração na produção de combustíveis renováveis e consentiram que aqui se estabelecesse uma divisão da Boeing, além de uma série de acordos com indústrias de defesa brasileira, incluindo a comissão de duzentos aviões tucanos para a força aérea dos EUA.
Lula não aceitou.
A equipe do embaixador dos EUA no Brasil está tentando cumprir a missão de ajudar “novas forças” e que sejam dóceis aos interesses de seu país. FHC é o encarregado de aliciar empresários brasileiros e conduzir empresários estrangeiros oferecendo em troca a Petrobras, o Banco do Brasil e Itaipu e todo um processo de subordinação aos EUA.
O encontro em Foz do Iguaçu é parte desse projeto
Uma das “missões” do grupo, que envolve brasileiros aliciados pelo ex-presidente, é impedir que Marina Silva declare voto a Dilma e, ao mesmo, tempo atrair simpatizantes do Partido Verde para a candidatura José “FHC” Serra.
ONGs norte-americanas também financiaram a campanha da candidata verde/marrom.
CIA – Agência Central de Inteligência – emprega ex-policiais brasileiros demitidos de seus cargos por várias razões para o trabalho de campo e de vigilância, roubo de dados de computador e chantagem. Tem sido a tônica da campanha do candidato tucano.
Na embaixada dos EUA no Brasil estão perto de quarenta agentes da CIADEA e FBI, coordenando e orientando o trabalho dos aliciados e subordinados diretamente ao embaixador e ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
A ordem é manter José “FHC” Serra fora desse foco enquanto FHC faz os “negócios”.
Os planos incluem a abertura de dez novos consulados norte-americanos no Brasil, principalmente em cidades como Manaus, já que a Amazônia é um dos alvos preferidos e estratégicos dos EUA.
Na contramão da política de Obama de reduzir o tamanho das representações diplomáticas no resto do mundo, o Brasil é exceção. A expectativa dos EUA é que com José FHC Serra no governo, nos próximos 15/20 anos o Brasil passe a ser um polo geopolítico para os EUA na América Latina.
Todo esse aparato está fortemente infiltrado em ministérios, serviços de inteligência do Brasil, dentro da própria campanha da candidata Dilma Rousseff, em setores da Igreja Católica de ultradireita, como o bispo Luís Gonzaga Bergonzini e seitas neopentecostais.
No Judiciário a presença desses grupos é forte e neste momento atuam com força total tentando influir decisões da Justiça Eleitoral. A rigor, a campanha no Brasil está cercada de decisões e tentativas de impedir um debate real sobre os interesses norte-americanos.
O encontro de Foz de Iguaçu é uma espécie de arremate do processo. É onde as joias da coroa brasileira – Petrobras, do Banco do Brasil e de Itaipu – estão sendo oferecidas como garantia de submissão total num eventual governo José “FHC” Serra.
O papel da mídia é distorcer pesquisas, evitar notícias contra José “FHC” Serra e intensificar as denúncias contra Dilma Rousseff. O raciocínio é simples. Qualquer denúncia contra Dilma, neste momento, surtirá efeito. Não haverá tempo hábil para desmentidos. O papel da mídia é encurralar Dilma e o presidente Lula e evitar que possam reagir a esse massacre.
FHC é o avalista de José “FHC” Serra junto aos investidores e ao governo dos EUA.
No que diz respeito à mídia privada, o laranja real dos EUA é o grupo Globo (jornal O Globo, revista Época e principalmente Rede Globo). Todo o esquema de notícias falsas e denúncias forjadas corre pelos corredores da Globo. O resto vem a reboque em função do esquema.
FHC é o principal coordenador do golpe e do processo de recolonização do Brasil. O operador das vendas em troca de apoio maciço a eleição de José “FHC” Serra e lógico, gordas propinas.
Em Foz do Iguaçu, uma das afirmações peremptórias do ex-presidente Fernando Henrique é que “não podemos perder as eleições sob pena de perdermos a possibilidade de concretizar todo esse projeto”.
Sobre o encontro o deputado Brizola Neto publicou em seu blog que o Hotel das Cataratas confirmou o evento. Não há como negar, centenas de hóspedes viram o agente norte-americano Fernando Henrique Cardoso circulando por suas dependências.
É crime de traição. Há uma clara tentativa de golpe branco no Brasil e contra o Brasil e os brasileiros.
Vai abaixo a qualificação e informações sobre os três nomes que citei no artigo de domingo em que desafio tucanos a negar uma só palavra dessas denúncias.

Alice W. Handy - Fundadora e Presidenta, Alice é a diretora de investimentos responsável pela estratégia de investimento de carteira e da política e trabalho com a equipa de gestão sobre as decisões de investimento. Antes de ocupar este cargo, Alice passou 29 anos gerenciando a negociação para a Universidade da Virgínia. Ela começou como primeira Oficial de Investimentos, mais tarde tornou-se Tesoureira e, finalmente, a presidenta da Universidade de Virginia Investment Management Company. Alice começou sua carreira como uma carteira de obrigações Gerente e Vice-Presidente da Carteira de Obrigações e Assistente na Companhia de Seguros de Viagem. Ela também atuou como Tesoureira de Estado da Virgínia de outubro de 1988 a janeiro de 1990. Alice atualmente atua no Conselho Consultivo do Comitê de Investimentos da Fundação Rockefeller e Conselho de Administração da Companhia de Seguros Vida Shenandoah, e Bessemer de Valores Mobiliários .Alice também é presidenta do Conselho de Thomas Jefferson Foundation.
Endereço:
126j Garrett Street
Charlottesville, VA 22902-5613 – USA
Anjum Hussain, CFA, CAIA
Diretor de Gestão de Risco
Tel.: 0021 1 216-368-5281
http://www.linkedin.com/pub/dir/Anjum/Hussain
Anjum se juntou ao Escritório de Investimentos em 2006. Ele supervisiona as funções que são essenciais para a gestão de risco que se relacionam com, investimentos, operações, sistemas de tecnologia, gerenciamento de dados e relatórios. Ele é responsável pela alocação de ativos / processo orçamentário de risco (construção e implementação de vários modelos quantitativos). Ele também está ativamente envolvido em revisões, gerente de monitoramento de desempenho e estilo, determinando o ajuste no contexto do portfólio global, e em decisões de contratação / denunciar os gestores. Além disso, ele é responsável pela identificação, pesquisa e execução de cobertura e estratégias de gestão de risco, bem como estratégias de sobreposição alfa, utilizando derivados e / ou produtos estruturados. Ele também é ativo no desenvolvimento para facilitar a gestão de riscos e medição, testes de esforço e de relatórios de dotação.
Ele tem experiência anterior como analista de investimentos com Oberlin College, consultor financeiro da Smith Barney, gerente de portfolio / Patrimônio, Analista de Pesquisa com Victory Capital Management (Key Bank), Diretor de Tecnologia e Operações com Victory Capital Management (Key Bank) e vários outros papéis de tecnologia relacionada com as divisões de Key Bank Trust e os seus antecessores Sociedade e Ameritrust.
Keith Johnson é o tradutor do grupo de empresários estrangeiros.
Raphael Eckmann juntou-se à Tarpon em 2007. Atualmente, trabalha na área de Desenvolvimento de Negócios, sendo responsável pelo relacionamento com as regiões da Ásia, Oriente Médio e EUA. Anteriormente, foi Diretor Comercial de uma das empresas do Grupo VR. Raphael também foi Gerente Comercial da Globosat Canais, da Câmara Americana de Comércio e Analista Sênior de Portfólio de Real Estate da Binswanger Inc.
Raphael formou-se em Engenharia Civil pela Universidade Mackenzie, em São Paulo, e fez MBA na Universidade de Pittsburgh.

Laerte Braga é jornalista e colunista do Diário Liberdade.
"Vim reiterar meu apoio a essa mulher de fibra que vai herdar o sucesso da justiça social, uma marca do Lula. Somos iguais, não falamos fino com Washington nem grosso com a Bolívia e Paraguai."


Chico Buarque, no ato de ontem à noite, no Rio, em reuniu centenas de intelectuais e artistas em apoio à candidata Dilma Rousseff

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Fala Chico Buarque!

Todos com Dilma!

Fala Fernando Morais!



Fala Chico César!




Fala Alceu Valença!



Fala Luci e Luiz Carlos Barreto!



Fala Cristina Pereira!






Ouça os novos áudios da bronca que Serra tomou do padre no Ceará


O apelo de um padre do sertão nordestino


Como cidadão, católico e nordestino, que convive com os sertanejos sofridos, digo com muita convicção e honestidade: o governo Lula, com sua política de erradicação da miséria, vem proporcionando bem-estar, como nunca visto, para essa gente sofrida. Sou testemunha ocular. Quanta melhora na vida deste povo nordestino, deste povo paraibano! Convivendo com os sertanejos deste pedaço de chão nordestino, sertão paraibano, percebo a grande mudança na sua vida social, econômica e cultural. O artigo é do Padre Djacy Brasileiro.
Sou sertanejo, morando no sertão nordestino, tendo como companhias a seca com suas tristes conseqüências, um sol causticante, um calor fora do normal, e um povo que a toda hora clama por pão, água, dignidade, e vida em abundância. Sabendo o que é sofrimento, sentindo na pele as agruras dos sertanejos paraibanos, exponho o seguinte:

Como cidadão, católico e nordestino, que convive com os sertanejos sofridos, digo com muita convicção e honestidade: o governo Lula, com sua política de erradicação da miséria, vem proporcionando bem-estar, como nunca visto, para essa gente sofrida. Sou testemunha ocular. Quanta melhora na vida deste povo nordestino, deste povo paraibano!

Convivendo com os sertanejos deste pedaço de chão nordestino, sertão paraibano, percebo a grande mudança na sua vida social, econômica e cultural. Eles mesmos me falam: "padre , com o governo Lula a nossa vida melhorou muito, graças a Deus, e graças ao Presidente Lula. Outros dizem : agora nossos filhos podem se formar, serem doutores". E mais: "padre Djacy, agora a gente pode comer um pedaço de carne, comprar uma geladeira, uma moto prá levar a gente pra rua, quando precisar. Lula, seu padre, é uma bênção".

Como padre sertanejo, que conhece de perto a realidade de miséria, fome, sede, afirmo, peremptoriamente, que é imprescindível a continuação da política econômica do governo Lula, durante os próximos quatro anos, para melhorar, cada vez mais, a vida de um povo, que por tanto tempo, fora humilhado, 

marginalizado, tratado com desdém, pelos governos anteriores.

Uma coisa é certa: este governo Lula trata essa gente das terras do chique-chique e mandacaru, com respeito e dignidade.Na condição de cidadão, lanço este apelo: querido povo deste sertão nordestino, seguindo tão somente a voz de nossa consciência e, por ela deixando-nos ser guiados, unamo-nos, com fé, garra e esperança, na defesa da continuação das políticas implantadas pelo o atual governo, que tanto melhoraram nossa vida, votando na candidata do nosso querido Presidente Lula da Silva. Afinal, a vitória de Dilma significará para milhões de nordestinos, o seguimento dessa melhoria de vida, no âmbito sócio-politico-econômico.

É importante frisar: com Dilma na Presidência da Republica, a transposição de águas do rio São Francisco tornar-se-á uma realidade concreta e existencial para nós, que tanto sofremos com as conseqüências nefastas da seca. Afinal, essa obra não pode parar. E ela, temos certeza, não vai deixar parar. Não tenhamos medo de ser felizes. Votemos na candidata de Lula, "para o Brasil seguir mudando". (OBS: leiam a 
carta de apoio a Dilma, assinada por vários Bispos, Padres e Pastores evangélicos: se nos calarmos,até as pedras gritarão (Lc 19,40).

(*) Padre Djacy Brasileiro, no alto sertão paraibano, sofrendo com seus
irmãos, as agruras de uma das maiores seca do nordeste brasile



Revelações de ex-alunas de Monica Serra reacendem polêmica do aborto


Mulher do candidato tucano teria abortado no período em que o marido viveu exilado no Chile. Assessoria do candidato nega
O tema descriminalização do aborto voltou ao centro do debate eleitoral com a informação de que Monica Serra, mulher do candidato a presidência José Serra (PSDB), teria feito um aborto durante o período em que o tucano viveu exilado no Chile. A bailarina e ex-aluna de Monica Serra na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Sheila Canevacci Ribeiro, publicou, um dia após o debate da Rede Bandeirantes, uma mensagem na rede social Facebook em que mostrava indignação pelo posicionamento do candidato em relação ao tema. “Com todo respeito que devo a essa minha professora, gostaria de revelar publicamente que muitas de nossas aulas foram regadas a discussões sobre o seu aborto traumático”, escreveu Sheila.
Procurada pela Folha de S.Paulo, a bailarina manteve o relato. “Não sou uma pessoa denunciando coisas, mas (ela é) uma pessoa pública, que fala em público que é contra o aborto, é errado. Ela tem responsabilidade ética”, disse Sheila ao jornal. O posicionamento da mulher de José Serra sobre o aborto foi amplamente debatido após um comício no Rio de Janeiro, há um mês, em que ela teria dito a um evangélico que Dilma Rousseff (PT) é “a favor de matar criancinhas”, de acordo com o publicado pela Agência Estado.
O mesmo jornal fez contato com outra aluna de Monica Serra, que, sob condição de anonimato, confirmou o revelado por Sheila. Segundo a aluna, nas aulas de psicologia ministradas por Monica Serra, em 1992, as pessoas sentavam-se em círculos e compartilhavam suas histórias. Foi numa dessas situações em que ela  teria dito que realizou um aborto durante o exílio de José Serra no Chile. Após o golpe de Augusto Pinochet, em 1973, o casal mudou-se para os Estados Unidos.
Assessoria do PSDB nega aborto
Em um primeiro momento, Monica Serra não respondeu as tentativas de contato feitas pela Folha de S.Paulo. No dia 16 de outubro, entretanto, uma nota da assessoria do PSDB negou que a psicóloga tenha se submetido a um aborto. Diz a nota: “Diante de matéria publicada hoje (dia 15), a campanha de José Serra esclarece: Monica Serra nunca fez um aborto”. A campanha ainda compara essa informação ao ocorrido na corrida presidencial de 1989, quando uma ex-namorada de Luiz Inácio Lula da Silva acusou o então candidato de ter oferecido dinheiro para que ela abortasse de uma filha, Lurian. Por último, a nota defende que a acusação faz parte de “um jogo sujo” promovido pela campanha petista, marcada, segundo o divulgado, por ataques a filha de José Serra e a seu genro.

Mano Brown está com Dilma

Desvio de dinheiro, caixa 2 e corrupção. E Serra disse que não sabia de nada

Veja a matéria veiculada ontem na Record

FHC ESTÁ ACERTANDO A VENDA DO BRASIL EM FOZ DO IGUAÇU



(DESAFIO QUALQUER TUCANO OU ALIADO A DESMENTIR OS FATOS ABAIXO. A VENDA DO BRASIL PELAS COSTAS DO POVO BRASILEIRO – TUCANOS SÃO CORRUPTOS E TRAIDORES)
Neste momento que escrevo, domingo, 21h31m, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está falando, em inglês, para 150 investidores estrangeiros no Hotel das Cataratas, em Foz do Iguaçu.
O evento é fechado, a fala de FHC está se dando em um jantar e o assunto é a privatização da PETROBRAS, de ITAIPU e do BANCO DO BRASIL, além de outras “oportunidades” de negócios no Brasil.
FHC está assumindo com os empresários o compromisso de venda dessas empresas em nome de José FHC Serra.
A idéia inicial dos organizadores de realizar o evento no Hotel Internacional foi afastada para evitar presença de jornalistas.
Cada um dos investidores recebeu uma pasta com dados sobre o Brasil, artigos de jornais nacionais e internacionais e descrição detalhada do que José FHC Serra vai vender se for eleito.
E além disso os investidores estão sendo concitados a contribuir para a campanha de José FHC Serra, além de instados a pressionar seus parceiros brasileiros e a mídia privada a aumentar o tom da campanha contra Dilma Roussef.
Segundo FHC disse a esses empresários logo após ser apresentado pelo organizador do evento, “se deixarmos passar a oportunidade agora jamais conseguiremos vender essas empresas”.
Para o ex-presidente é fundamental a participação desses grupos na reta final de campanha. A avaliação de FHC é que a campanha de Dilma sofreu um golpe com a introdução do tema religioso (o que foi deliberado pelos tucanos para desviar a atenção das pessoas dos reais objetivos do candidato José FHC Serra). É preciso, na concepção do ex-presidente arrematar o processo derrotando a candidata e impedindo-a de respirar nessa reta final.
O acordo com empresários internacionais em Foz do Iguaçu envolve a instalação de uma base militar norte-americana na região, desejo antigo dos governos dos Estados Unidos.
O corretor da venda do Brasil, FHC, com toda certeza, está acertando também a comissão (propina) a ser paga caso o negócio venha a se concretizar, ou seja, a eleição de José FHC Serra.
Para o ex-presidente também não há grandes problemas com a mídia privada “sob nosso controle”, mas é preciso evitar a divulgação de notícias mesmo que sejam pequenas ou de pequenos fatos e que possam prejudicar o projeto de venda do Brasil.
Esse tipo de evento, essa fala de FHC é característica da fala de agente estrangeiro e mostra a desfaçatez tucana em relação ao Brasil e aos brasileiros.
No mesmo momento em que o corrupto e venal José FHC Serra debate com Dilma Roussef na REDE TEVÊ e fala sobre trololós petistas, FHC, seu mentor e principal corretor de vendas de empresas públicas brasileiras, negocia traiçoeiramente a entrega de patrimônio público a esses investidores.
É a opção que os brasileiros temos diante de nós.
Ou caímos de quatro e abrimos mão de nossa soberania ou resistimos e rejeitamos a quadrilha tucana. 
Desafio qualquer tucano, qualquer DEM, qualquer pilantra tipo Roberto Freire, quem quer que seja, a desmentir esse fato. O evento em FOZ DO IGUAÇU e sua natureza, a venda do BRASIL!

domingo, 17 de outubro de 2010

Serra e Tasso Jereissati são expulsos da missa no Ceará e o padre os chama de profanos

A estratégia de Serra de se utilizar da fé das pessoas para fazer proselitismo político começa a incomodar religiosos sérios, como aconteceu ontem na cidade de Candidé, no Ceará. Serra e o senador derrotado do PSDB, Tasso Jereissati, entraram na Igreja da cidade para fazer campanha em plena missa. O padre não gostou e chamou atenção dos dois, afirmando que ambos estavam profanando o local. Neste momento, o fracassado senador Jereissati partiu para agredir o sacerdote e foi contido por assessores e populares. É esta a política de Serra, da vilania, da mentira, da utilização da hipocrisia como arma eleitoral. Ouçam abaixo o áudio da matéria.

Gil também está com Dilma Rousseff

Bispo denuncia trama armada contra Dilma na seccional paulista da CNBB


Maria Inês Nassif conta hoje, no Valor Econômico, como a Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) patrocinou uma campanha contra a candidatura de Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores.
A matéria relata que, no dia da eleição, o padre Paulo Sampaio Sandes expôs na homilia o suposto veto da Igreja Católica brasileira a Dilma e a todos os candidatos do PT. Segundo informa Maria Inês Nassif, o padre Paulo faz parte de uma congregação tradicional que é contra, entre outras coisas, o aborto, a união civil de homossexuais e a adoção de crianças por casais de homossexuais. Na saída da missa, o padre distribuiu uma carta onde a regional da CNBB pede aos fies que não votem em candidatos que defendem o aborto, nomeando os candidatos petistas. Não foi um caso isolado.
O bispo de Jales, Demétrio Valentini, denunciou que integrantes da Regional Sul, contando com a conivência de alguns bispos, articularam uma trama para induzir os fiéis paulistas a acreditarem que a CNBB nacional tinha imposto um veto aos candidatos do PT nessas eleições, o que é negado pela direção da entidade. “Estamos constrangidos, pois a nossa instituição foi instrumentalizada politicamente com a conivência de alguns bispos”, disse Valentini ao Valor. A Regional Sul 1, que abrange as dioceses do Estado de São Paulo, recomendou que às paróquias que distribuíssem o “Apelo aos Brasileiros”, que acusa o PT de ser parceiro do “imperialismo demográfico representado por fundações norteamericanas” e de “apoiar o aborto”. Apesar do desmentido da CNBB nacional, o documento foi distribuído em São Paulo.
Um dos articuladores do movimento antipetista na Igreja Católica, diz ainda a matéria de Maria Inês Nassif, é o bispo de Guarulhos, Dom Luis Gonzaga. Em julho deste ano, ele escreveu um artigo intitulado “Daí a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, onde, entre outras coisas, recomendou aos “verdadeiros cristãos católicos” que não apoiassem Dilma e o PT. Dom Valentini vem reagindo, por meio de artigos, contra esse movimento. “Não é bom para a democracia que alguns decidam pelos outros(…) Mas é pior ainda para a religião, seja qual for, pressionar os seus adeptos para que votem em determinados candidatos, ou proibir que votem em determinados outros em nome de convicções religiosas”, escreveu o bispo de Jales no artigo intitulado “Pela liberdade de consciência”.
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