Ordem era para matar Zelaya

O presidente constitucional de Honduras, Manuel Zelaya, que foi deposto do poder há cerca de 10 dias, afirmou que existia um plano para assassiná-lo. De acordo com Zelaya, o plano lhe foi confessado pelo general Romeo Vásquez. De última hora, o general lhe disse que os golpistas optaram por transferí-lo para a Costa Rica. Segundo informou o presidente deposto, quem está por detrás do golpe e se encarregou de encomendar sua morte “é uma elite muito voraz, com muito controle no Congresso Nacional”, afirmou. Concluindo, Zelaya acrescentou “que se trata de um grupo economicamente abonado e que se opõe a qualquer mudança que contrarie seus interesses”. O presidente hondurenho afirmou que continuará orientando a população do seu país para que resista pacificamente ao golpe.

* A informação foi prestada pelo jornalista Ricardo Meira, que se encontra em Honduras como correspondente independente.

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